• Porão do Rock
  • 2000
  • Curiosidades da Edição

Curiosidades da Edição

  • A abertura do festival que seria feita com 50 bateristas. Acabou sendo realizada com nada mais, nada menos, que 64 bateristas. Juntos tocaram uma peça de 15 minutos, composta por Dino Verdade, baterista da banda, Cachorro Cego e proprietário da academia Batera´s Beat. Assim conseguiram bater o recorde brasileiro que era de 50 baterista. O recorde mundial, feito na década de 80, é de 68 bateristas, e consta no Guinness Book. (Luciano Branco)
  • Os mestres de cerimônia foram Tenisson Ottoni e Ricardo Pipo que se não foram brilhantes, conseguiram com louvores, entreter o público presente. Espirituosos e divertidos seguraram direitinho à peteca. (LB)
  • O canal 21 da Mais TV transmitiu, ao vivo, e na íntegra os shows. Seis câmeras, 15 profissionais. A apresentação ficou a cargo de Casulo e Jotaghá, Melissa e Sylvio J, que toca no Pravda e no BSB Disco Club.
  • A tenda eletrônica foi um fiasco. 12 DJs da cidade para quase que nenhum público. Detalhe para entrar na tenda era cobrado a quantia de R$ 5,00. (LB)
  • O muro de escalada foi um dos maiores sucessos no espaço do Porão. Ainda havia uma Feira-Mix com mais ou menos umas 60 barracas vendendo Cds novos e usados, camisetas, bonés, óculos, chaveiros, disco de vinil e outras traquitanas, também havia uma praça de alimentação. (LB)
  • No sábado os 80 banheiros químicos juntos receberam um total de 18 mil litros de xixi. (LB)
  • O Caderno Teen também mandou Léo Almeida para cobrir o festival. (LB)
  • 62 mil metros quadrados, que ao final de cada dos dois dias, mais parecia com um campo de batalha. Mesmo assim a Cruz Vermelha registrou apenas casos de pileques. (LB)
  • 130 mil pessoas estimadas em dois dias de paz e amor alternativos. Góticos, metaleiros, hippies, punks, skatistas, rastafaris, patricinhas e mauricinhos, os manos e as minas, rude boys e rude girls, todas as tribos urbanas e nada de violência gratuita, nenhuma roda de capoeira aberta em frente de algum dos dois palcos do festival. (LB)
  • Tratamento exemplar para imprensa. Tanto a de maior apelo comercial, como a nossa de menor abrangência. Mas não de menor importância. Boas instalações e infra-estrutura, mesas de frios e bebidas, banheiros, telefones, sala de imprensa com computadores, um backstage muito confortável e tranqüilo, tanto para músicos como para imprensa. (LB)
  • A quantidade de chaves perdidas daria pra fazer um Ford K. (LB)
  • Lindas, educadas e prestativas as moças que recepcionavam a imprensa e vip´s no backstage. (LB)
  • 187 bandas enviaram seus materiais para a seleção do Porão do Rock 2000, sendo que 90% desses, são de Brasília. (Djenane Arraes)
  • Festival de covers:
    • Acústicos & Valvulados “Come As You Are” do Nirvana,
    • Black Maria “El Justicieiro” dos Mutantes,
    • Vulgue Tostoi “Vapor Barato” Waly Salomão e Jards Macalé,
    • Tianastácia “Faroeste Cabloco” da Legião Urbana,
    • Penélope e Junk com “Should I Stay Or Should I Go” do Clash,
    • Tihuana e Raimundos com “Kiling In The Name” do RATM,
    • Skuba “A Praieira” de CSNZ,
    • Brazilian Blues Band “Asa Branca” de Luiz Gonzaga,
    • 4Belo “She Made Me Cry” dos Pholhas,
    • Nata Violeta “Have You Ever Seen The Rain” do Creedence,
    • Tihuana novamente com “Song 2” do Blur e “Clandestino” do Mano Chao,
    • Penélope atacando de “Namorinho De Portão” de Tom Zé
    • “Bailarina” de Chico Buarque,
    • Junk de “Até Quando Esperar” da Plebe Rude e “Help” The Beatles,
    • Skuba com “Mirsilou”
    • e tantas outras que passaram desapercebidas por estes ouvidos. (LB)